Quinta-feira, 29 de Maio de 2008
Musicalidades

Há músicas que eu simplesmente odeio. Não as suporto, mexem comigo mas de uma maneira mesmo muito má. Não sei explicar, é irracional, mas cada vez que ouço o início de uma música com a qual não sinto empatia, blé. É mesmo. Penso: blé!

Como por exemplo: "The Fray - How to Save a Life". Essa música é tão mas tão mas tão irritante. Só me apetece esconder cada vez que me vejo atingida com ela. Não há pachorra, e o videoclip é tão fraquinho. Bem mas se calhar esta estará relacionada com o Anatomia de Grey - desprezável. Admito que vi para saber se sim ou sopas, e sopas. Aquela Meredith é cá uma vai com todos... E é mesmo um pãozinho sem sal, não há paciência para ela. Depois está sempre com uma cara que parece que vai começar a chorar a qualquer momento. Os outros personagens até se safam, mas acho que a Anatomia de Grey passava melhor sem a Grey. LOL

Já me dispersei. Mas odeio essa música. Também não me sinto nada atraída por Paramore. Simplesmente as músicas não me dizem nada. E como não encontro ligação não suporto ouvir. Mas a miúda não canta mal. Outro exemplo: Amy Winehouse. Até tenho muita pena dela, mas deitou-se na cama que fez. Parece que dia 30 vai ser presa e agora os fãs portugueses ficam a arder com o dinheiro . Claro que não tem graça nenhuma. Mas ela é uma pessoa que só consegue fazer alguma coisinha se estiver sempre com falta das suas capacidades plenas. E depois, nos videoclips, concertos, tom ao ccantar, está sempre com ar de drogada, voz de drogada... não entendo esse estilo de vida. Não é saudável nem digno de venerar.

Ah, o David Fonseca também me dá nervos! Ele canta bem, e gosto de UMA, canção dele: Someone That Cannot Love. É que ele faz uns fingimentos (como diria Pessoa) com a voz, dá um tom que não é o seu normal, enrola, muda outra vez e isso irrita. Demasiado pré-fabricado. Mas muitas pessoas gostam dele.

 

Com isto desejo sorte a quem eu "desanquei", e lembrem-se (lembra-te Chinês, és o único a ler) que é só a minha opinião, tal como vocês têm o direito a ter a vossa, eu tenho a minha.


Sinto-me: não me sinto nada

Delineado por Summer às 22:56
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008
...

As pessoas arranjam conflitos onde estes não existem, criam guerras que não têm fundamento algum. E eu não percebo. Duma simples conversa, nasce logo uma grande discussão, e eu fico sem perceber. Sem perceber porque nada fiz, sem perceber porque apenas fiquei calada a ouvir, sem perceber porque antes havia apenas perguntado.

Sim, pedi ajuda numa coisa, e depois da ajuda, apenas fiz uma pergunta. Porque pensava que talvez uma pequena alteração fizesse mais sentido. Mas foi uma simples e pequena pergunta.

E não percebo. Como é que se cria uma discussão, se ataca quando tudo o que fiz foi ouvir, sem interromper, sem reacção sequer.

 

Há tanta coisa que eu não percebo. E na maioria o que me atinge no coração. E é triste eu não perceber, e é triste eu ficar triste. E é triste ter um horrível aperto na garganta, querer deixar que tudo saia, mas não poder. Há muito que aqui não posso deixar de ser forte todos os momentos. Se eu fraquejo, não há um único olhar de compreensão, não há um abraço. Desde que sou pequena que deixei de ser abraçada. Parece que crescemos e pensam que já não precisamos de abraços e mimos, mas continuamos a ser meras crianças e precisar de apoio.

Mas não posso. Há muito que não posso. Nem sequer por outras coisas não directamente ligadas posso estar triste, que recebo logo ameaças para "ver como elas me mordem".  Parece que sempre soube o que é não poder contar com um abraço. Cada vez que tento ajudar sou desprezada, sou afastada, sou ignorada. E o que isso dói? Pois, nessas alturas não interessa. De facto, nunca interessa como eu me sinto.

 

Nunca interessa.


Sinto-me:

Delineado por Summer às 22:34
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Sábado, 10 de Maio de 2008
Love Show

Love Show

Sit down, give me your hand
I'm gonna tell you the future
I see you, living happily
With somebody who really suits ya
Someone like me

Stand still
Breath in
Are you listening

You don't know
Somebody's aching
Keeping it all in
Somebody won't let go
Of his heart but the truth is
It's painless
Letting your love show

Break down. Give me some time
I don't want the fear to confuse ya
Right now, it's so wrong
But maybe it's all in the future
Someone like you

Stand still. Breath in
Are you listening

You don't know
Somebody's aching. Keeping it all in
Somebody won't let go
Of his heart but the truth is
It's painless
Letting your love show

Maybe truth, maybe lies
Made me want you
Maybe dumb, maybe wise
I don't know

Somebody's aching
Keeping it all in
Somebody won't let go
Of his heart but the truth is
It's painless
Letting your love show
You don't know
Somebody's hurting
Holding it all in
Somebody can't let go
Of his heart but the truth is
It's painless
Letting your love show

Love show
Letting your love show
 

Depois venho cá e explicito. Foi só para não perder a vontade.


Sinto-me: Nostálgica
Rocking: Love Show - Skye

Delineado por Summer às 22:42
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
Ponto Zero

Na terminologia da guerra nuclear, o ponto de impacto de uma bomba atómica é o Ponto Zero.

É certo e sabido que as bombas demonstram conflitos, que estão então no seu auge.

E talvez o nosso ponto zero seja quando os problemas explodem; mais cedo ou mais tarde acabaremos por ser atingidos. O ponto zero está sempre mais perto de nós do que pensamos. E muitas vezes só nos apercebemos disso demasiado tarde.

 

Apesar de tudo, já estou bastante habituada ao ponto zero. Os problemas explodem constantemente, à espera de serem resolvidos. E mesmo que não me compita, quase sempre me cabe a mim.

Tudo tem um impacto em nós, é pena que existam tantos impactos devastadores. A certo momento é demasiado: já não se dá conta do recado.

E eu pergunto-me, isto torna-se mais complicado do que já é?

 

Basta de pontos zero na minha vida. Não há a necessidade de vir tudo ao mesmo tempo, com o mesmo prazo de resolução. Ainda assim, não são os "pontos" que o vão compreender.

 

Sabe-se lá porquê.


Sinto-me: a serrar madeira
Rocking: Bat Country - Avenged Sevenfold

Delineado por Summer às 22:42
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Sou do tipo emocional. Vivo cada emoção até ao limite. A minha vida é preenchida pela histeria das emoções. Sou toda eu uma emoção constante. Conheço apenas os extremos e não o intermédio. Amo ou odeio. Sou feita pelo desgaste psicológico. A intensidade sou eu, a paixão, o medo, os nervos, a liberdade, a felicidade, o sofrimento, sou toda eu. Levo a vida ao limite, vivo as emoções demasiado fortes. Sou do tipo que extravasa a tua vida.
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